Estamos exigindo demais do nosso cérebro?

Reportagem da Escreva fala sobre a necessidade de produzir, responder e tomar decisões rapidamente se mistura às telas, notificações e excesso de informações. O que parece apenas uma questão de esforço para manter o foco e a criatividade envolve algo mais profundo: o nosso cérebro também tem limites.

Governo em modo eleição

O segundo semestre começa com uma combinação que desafia análises apressadas. A economia apresenta sinais favoráveis: a inflação perdeu força, o mercado de trabalho permanece resiliente e o investimento estrangeiro segue relevante. Ao mesmo tempo, a proximidade das eleições mudou a lógica das decisões. O governo entrou em modo eleitoral. E essa mudança já afeta decisões.

O valor do tédio

Pesquisas recentes da Harvard Business Review mostram que o tédio pode ser fértil. Ele aponta desalinhamentos, sim, mas também abre espaço para criação, foco e reinvenção.

Delegar: A competência estratégica dos líderes atuais

Muitos líderes ainda carregam responsabilidades que já não deveriam mais depender exclusivamente de suas mãos. Alguns expressam uma dor silenciosa, traduzida pelo medo de perder o controle, a autoridade, o espaço ou a relevância, em alguns casos, o receio de causar danos irreversíveis à empresa.

Educação do futuro

Se há um consenso sobre o futuro, é este: ele não será uma extensão previsível do presente. E quando se fala em educação, essa verdade se impõe com urgência. Modelos lineares, currículos rígidos e avaliações padronizadas já não dão conta da complexidade do mundo contemporâneo. A escola, para continuar fazendo sentido, precisa se transformar.

Alegria, um bom negócio

Eduardo Galvão (BCW) analisa estudo recente da Harvard Business Review. A pesquisa revela algo que, no fundo, todos já sentimos: a alegria não depende da quantidade de horas livres, mas da qualidade do que preenche essas horas.