Felicidade no trabalho não é a ausência de problemas ou um lugar onde tudo é maravilhoso o tempo todo. É cultivar uma cultura onde as pessoas sejam capacitadas a sentir que pertencem, que têm propósito, que são reconhecidas e que têm espaço para florescer em seus talentos. Quando confiança, respeito e colaboração fazem parte da cultura cotidiana, o desempenho não é mais uma obrigação, mas uma consequência.
Há sete anos, uma frase reorganizou a minha vida: "sua filha tem diabetes tipo 1". De um dia para o outro, precisei aprender aquilo que a faculdade só havia explanado abreviadamente — e descobri que existiam pouquíssimos profissionais com experiência real no assunto. Faltava essa referência, então decidi me tornar uma. Mudei o rumo da minha carreira para cuidar dela e, com o tempo, de muitas outras famílias com a mesma situação.
Medir o fator humano não é encontrar um número mágico. Observe os padrões: rotatividade, absenteísmo, conflitos, retrabalho, afastamentos, denúncias, sobrecarga, falta de autonomia... Não por acaso, é essa a lista que a gestão de riscos psicossociais pede que a empresa acompanhe.
Luciana Barbosa, colunista da Escreva, traz uma reflexão sobre a mesma situação que acontece com pessoas diferentes, e cada uma sai dali de um jeito, porque não é o fato que determina o resultado, mas como cada uma vive aquilo por dentro.
Reportagem da Escreva fala sobre a necessidade de produzir, responder e tomar decisões rapidamente se mistura às telas, notificações e excesso de informações. O que parece apenas uma questão de esforço para manter o foco e a criatividade envolve algo mais profundo: o nosso cérebro também tem limites.
Ulisses Sampaio comenta sobre as novas formas de trabalho, automação, Inteligência Artificial, clientes que mudam de comportamento mais rápido do que os produtos conseguem acompanhar. Não é só tecnologia mudando. É a lógica de como as organizações funcionam e geram valor.