Edição 10

Uma nova Escreva começa aqui De tempos em tempos, a gente para, olha para a jornada e revisita…

Lugar de gente feliz

Felicidade no trabalho não é a ausência de problemas ou um lugar onde tudo é maravilhoso o tempo todo. É cultivar uma cultura onde as pessoas sejam capacitadas a sentir que pertencem, que têm propósito, que são reconhecidas e que têm espaço para florescer em seus talentos. Quando confiança, respeito e colaboração fazem parte da cultura cotidiana, o desempenho não é mais uma obrigação, mas uma consequência.

Um diagnóstico, uma nova profissão, uma nova missão

Há sete anos, uma frase reorganizou a minha vida: "sua filha tem diabetes tipo 1". De um dia para o outro, precisei aprender aquilo que a faculdade só havia explanado abreviadamente — e descobri que existiam pouquíssimos profissionais com experiência real no assunto. Faltava essa referência, então decidi me tornar uma. Mudei o rumo da minha carreira para cuidar dela e, com o tempo, de muitas outras famílias com a mesma situação.

O indicador que falta

Medir o fator humano não é encontrar um número mágico. Observe os padrões: rotatividade, absenteísmo, conflitos, retrabalho, afastamentos, denúncias, sobrecarga, falta de autonomia... Não por acaso, é essa a lista que a gestão de riscos psicossociais pede que a empresa acompanhe.

De dentro para fora

Luciana Barbosa, colunista da Escreva, traz uma reflexão sobre a mesma situação que acontece com pessoas diferentes, e cada uma sai dali de um jeito, porque não é o fato que determina o resultado, mas como cada uma vive aquilo por dentro.

Estamos exigindo demais do nosso cérebro?

Reportagem da Escreva fala sobre a necessidade de produzir, responder e tomar decisões rapidamente se mistura às telas, notificações e excesso de informações. O que parece apenas uma questão de esforço para manter o foco e a criatividade envolve algo mais profundo: o nosso cérebro também tem limites.

Quando fazer melhor já não é suficiente

Ulisses Sampaio comenta sobre as novas formas de trabalho, automação, Inteligência Artificial, clientes que mudam de comportamento mais rápido do que os produtos conseguem acompanhar. Não é só tecnologia mudando. É a lógica de como as organizações funcionam e geram valor.