Depois de uma vida dedicada ao trabalho no campo, Elias dos Santos, 78 anos, estudante da EJA, voltou à escola e hoje incentiva outras pessoas da comunidade a retomarem os estudos
Felicidade no trabalho não é a ausência de problemas ou um lugar onde tudo é maravilhoso o tempo todo. É cultivar uma cultura onde as pessoas sejam capacitadas a sentir que pertencem, que têm propósito, que são reconhecidas e que têm espaço para florescer em seus talentos. Quando confiança, respeito e colaboração fazem parte da cultura cotidiana, o desempenho não é mais uma obrigação, mas uma consequência.
Há sete anos, uma frase reorganizou a minha vida: "sua filha tem diabetes tipo 1". De um dia para o outro, precisei aprender aquilo que a faculdade só havia explanado abreviadamente — e descobri que existiam pouquíssimos profissionais com experiência real no assunto. Faltava essa referência, então decidi me tornar uma. Mudei o rumo da minha carreira para cuidar dela e, com o tempo, de muitas outras famílias com a mesma situação.
Medir o fator humano não é encontrar um número mágico. Observe os padrões: rotatividade, absenteísmo, conflitos, retrabalho, afastamentos, denúncias, sobrecarga, falta de autonomia... Não por acaso, é essa a lista que a gestão de riscos psicossociais pede que a empresa acompanhe.
Luciana Barbosa, colunista da Escreva, traz uma reflexão sobre a mesma situação que acontece com pessoas diferentes, e cada uma sai dali de um jeito, porque não é o fato que determina o resultado, mas como cada uma vive aquilo por dentro.