Cultura, inovação e o futuro que já começou

A Escreva avança presença em agendas estratégicas da economia criativa no Brasil e no exterior, ampliando seu alcance em feiras, negócios e políticas públicas
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A Escreva avança presença em agendas estratégicas da economia criativa no Brasil e no exterior, ampliando seu alcance em feiras, negócios e políticas públicas

Reportagem: Hulda Rode

Há quem diga que o futuro ainda não chegou. A Escreva discorda. Ele já pulsa nas feiras, nos pitches, nas rodadas de negócios e nos editais que conectam sonhos a políticas públicas. Em 2025, a casa editorial vive experiências que ampliam o alcance da palavra e da criatividade empreendedora. Do coração do Bairro do Recife ao cenário internacional de Santiago, passando pelas políticas culturais brasileiras que a reconhecem como parte essencial do ecossistema criativo, a Escreva constrói pontes entre autores, leitores, inovação e impacto social.

Neste ano, a editora consolida seu posicionamento em ambientes estratégicos da economia criativa com participação em quatro iniciativas: o Festival Curicaca (Brasília), o Rec’n’Play (Recife), o Programa de Incubação Cruzada Brasil-Chile (Santiago) e o Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, o MICBR (Fortaleza). Essas ações fortalecem sua presença no mercado e reforçam a aposta na inovação, internacionalização e crescimento sustentável.

Hulda Rode, participou do Conecta IF com a palestra “Escreva a sua história: Empreender, Criar e Inovar”. Foto: IFB/Divulgação

Festival Curicaca

Escreva marca presença com palestra sobre empreendedorismo criativo

O Festival Curicaca, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), reuniu mais de 150 mil visitantes entre os dias 7 e 11 de outubro para falar sobre educação, tecnologia, sustentabilidade e economia criativa em uma programação que movimentou o ecossistema nacional de inovação.

Neste cenário, a fundadora da Escreva, Hulda Rode, participou do Conecta IF com a palestra “Escreva a sua história: Empreender, Criar e Inovar”. Segundo a palestrante, registrar experiências e transformá-las em projetos é uma poderosa forma de inovação, “Não é sobre tecnologia. É sobre pensar diferente, agir com propósito e transformar o mundo começando por quem escreve,” afirma Hulda.

Rec’n Play se destaca por impulsionar startups e gerar novos negócios. Fotos: Cesar Alencastro

Rec’n’Play 2025

Quando a escrita também dança no Carnaval do Conhecimento

O Rec’n’Play 2025 reuniu mais de 90 mil pessoas entre 15 e 18 de outubro, com mais de 700 atividades que integram tecnologia, criatividade e negócios no Porto Digital, Ampla e Sebrae. Nesta edição, a Arena de Negócios, liderada pela Ventiur Aceleradora, triplicou de tamanho, reunindo 210 startups em um ambiente voltado para conexões com grandes empresas, aceleradoras e fundos de investimento.

A Escreva, presente na Arena como expositora, apresentou seu portfólio de livros e soluções editoriais voltadas para negócios, inovação e impacto social. A editora também participou da batalha de pitches, onde conquistou a posição de semifinalista entre as 10 marcas classificadas.

Para a fundadora da casa editorial, a presença no festival reforça o papel da escrita como ferramenta de transformação. “O futuro é feito por gente. E essa gente lê, cria, sonha e empreende. Estar no Rec’n’Play é mostrar que a inovação está nas histórias que movem o mundo,” afirma.

A missão no Chile marca a primeira participação da Escreva no cenário internacional. Foto: Divulgação

Brasil-Chile

Expansão internacional e acesso a novos mercados

A Escreva foi selecionada para o programa de incubação cruzada entre Brasil e Chile, organizado pela Embaixada do Brasil no Chile e pelo Programa Diplomacia da Inovação. De 17 a 21 de novembro, a editora participa de uma imersão no ecossistema chileno de inovação, com mentorias, capacitações para internacionalização e rodadas de networking com potenciais investidores e parceiros.

“A internacionalização é um caminho natural para quem acredita na força da cultura brasileira. Queremos traduzir obras, abrir portas para nossos autores e firmar a Escreva como uma ponte entre mercados,” explica a fundadora, reforçando que esta é uma estratégia para amplificar o alcance e valor da produção nacional.

“A viagem não é turismo. É expansão. É dizer ao mundo que soluções editoriais brasileiras têm sotaque global e ambição de criar pontes no continente da criatividade”, reforça Hulda Rode.

A edição MICBR 2023 aconteceu em Belém (PA) e movimentou mais de US$ 20 milhões em negócios criativos. Foto: Vitor Vasconcelos

MICBR

Reconhecimento e fortalecimento dentro da política cultural brasileira

Entre os dias 3 a 5 de dezembro, a Escreva está entre as 350 iniciativas contempladas pelo Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR), que garantiu a participação de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal em sua edição mais recente. O evento é considerado um dos maiores espaços de negócios culturais da América Latina, fomentando a circulação de produtos criativos dentro e fora do país.

O MICBR, realizado pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural (Sefic), em parceria com a Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI Brasil), reúne 15 setores como design, audiovisual, artes visuais, teatro, editorial, música e jogos eletrônicos, com mais de 2.500 rodadas de negócios previstas, além de atividades formativas, pitchings e showcases com foco comercial para abrir caminhos para que produtos e serviços culturais circulem dentro e fora do Brasil, e profissionalizar quem faz a cultura acontecer. 

Para a secretária de Economia Criativa, Cláudia Leitão: inclusão cultural é o caminho para um Brasil que não deixa ninguém fora da história. “Com esse reconhecimento, levamos nossa missão ainda mais longe: fortalecer autores, tornar suas vozes audíveis e suas narrativas visíveis”.

É preciso estar onde o futuro acontece

2025 marca a entrada da Escreva em arenas onde o futuro se negocia e a cultura se reinventa. Somos protagonistas de uma história que se conta em coletivo: autores que se erguem, ideias que circulam e livros que se tornam ferramentas de desenvolvimento humano e econômico. Se o futuro é feito por gente, a Escreva está aqui para garantir que essa gente também seja lida. 

Como fundadora da Escreva, participar dessas feiras e programas não é apenas sobre ocupar espaço no calendário de eventos. “É uma decisão calculada, uma estratégia de mercado que mira alto e longe. Cada evento é uma porta para novos mundos. Quando escolhemos onde estar, estamos escolhendo quem queremos impactar. Levamos nossos autores e soluções editoriais para onde as grandes conversas acontecem, para nos posicionarmos como parte ativa do ecossistema de inovação cultural”, conclui Hulda Rode.

Com a bússola apontada para negócios criativos, impacto social e internacionalização, a Escreva entra em uma nova fase de expansão. O que começou como uma casa para autores iniciantes agora se firma como um hub de inovação editorial, costurando relações entre cultura, economia e tecnologia. O próximo capítulo já está em impressão. E a Escreva segue firme na missão de transformar leitores, autores e territórios com cada nova ideia que ganha páginas e asas.

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